quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Elmo atuando até na TV alemã!!!

Elmo é um jovem atleta e professor de Educação Física (foi professor do CRE 1) e está na Alemanha trabalhando para ensinar futebol com a bênção de Deus.

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Confesso que não entendi nada... 

Mas prestei uma atenção...!!!

Até ouvi: Brasilianscht, futibol, xucrutes, churrasco, famili, etceterem...

domingo, 14 de agosto de 2011

For Annie e Amy...

Em memória de Amy Winehouse...


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Por mais ação cristã
Em busca de Annies e Amys ao nosso redor...

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Uma vida desperdiçada


UMA VIDA DESPERDIÇADA

Devocional CRE - 08.08.2011
Joubert de O. Sobº

A pessoa sensata vê o perigo e se esconde; mas a insensata vai em frente e acaba mal. Provérbios 22:3 

Este texto nos ensina que uma pessoa que tem bom senso examina o ambiente, descobre onde está o perigo, aprende a respeito dele, o observa com vigilância para dele se esconder cuidadosamente, preservando a si mesmo. Mas o simples, o tolo, o ingênuo, ultrapassa os limites de risco e acaba sofrendo o dano, pagando o preço do descuido. 

O lado ruim dessa verdade, infelizmente, ocorreu na vida de uma linda menina que nasceu em 14 de setembro de 1983 em Londres, numa família de origem judaica, cujo pai era motorista de táxi e sua mãe, farmacêutica. Ela tinha um irmão mais velho, portanto sua chegada alegrou ainda mais aquela casa.

 

Os pais imaginam o futuro dos filhos. Seus pais também imaginaram e desejaram o melhor para ela. Ela cresceu como uma menina normal, feliz, rodeada de tudo o que seus pais podiam lhe dar. E saudável.


Ela brincava de esconde-esconde, gostava de balé e dos animais. 

Como todas as meninas de sua idade, ela gostava de ir para a escola, correr e brincar na hora do intervalo. 


E ela continuou crescendo como uma alegre criança que tinha o mundo pela frente para descobrir e conquistar. Ela ganhou a sua primeira guitarra elétrica aos 13 anos de idade. A música era seu hobby e seu nome é Amy.


Segundo os pais de Amy, ela não demonstrava muito talento e cantava timidamente. Eles acreditavam que ela não tinha muitas expectativas. Mas o tempo foi passando e ela aos 16 anos já cantava profissionalmente ao lado de um amigo, um cantor de soul.




Acontece que as oportunidades sempre aparecem. Oportunidades boas e más. A boa oportunidade foi que ela gravou um CD com suas composições e que fez muito sucesso. Ela revelou possuir um talento especial. Sua voz era uma novidade entre as cantoras de seu tempo. A oportunidade má aconteceu quando alguém lhe ofereceu alguma bebida e ela aceitou. Depois alguém lhe ofereceu algum tipo de drogas e ela também quis experimentar.


Ao mesmo tempo em que experimentava o sucesso vertiginoso, passou a afundar no vício de álcool e drogas, ultrapassando os limites, como alguém que abandonou o bom senso e se dispôs a andar por um caminho pensando que teria algum controle sobre ele. Nisso ela foi ingênua demais. O vício começou a cobrar um alto preço. Dominou sua vida e passou a corroer seu sucesso.




Em meio ao êxito da carreira artística, sua saúde começou a deteriorar. Ela experimentou prisões, brigas, escândalos, ferimentos, vergonha...






Ela até tentou sair do vício internando-se em clínicas de reabilitação, mas nisso ela não teve sucesso.

Recentemente Amy surpreendeu a muitos ao declarar que sonhava em ter filhos e ser feliz em um lugar que, segundo ela, estaria longe do cotidiano em que vivia. 

Mas ela não teve tempo de ver cumprido esse desejo.



Ela morreu...

Morreu porque ingeriu uma mistura explosiva de álcool e drogas.

Ela foi encontrada morta sozinha em seu quarto. Era 23 de julho de 2011.

A cerimônia fúnebre aconteceu no dia 26 de julho de 2011, uma terça-feira, em Londres, seguindo os preceitos da religião judaica. 

Você que leu esta triste história também terá boas e más oportunidades. Seja sábio e sensato e diga não ao álcool e às drogas e a todo tipo de atitude ou comportamento que o leva à destruição e ao desperdício da vida. Preserve-se do mal e não precisará pagar o preço que ele cobra. 

Para Amy Winehouse agora é tarde demais. 

Mas, você ainda tem a escolha de andar pelo caminho da vida. 

Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte. Provérbios 14.12

Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. João 14.6











segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A erva daninha e a boa planta




Joubert de Oliveira Sobrinho
Devocional CRE de 01.08.11

“Brilhantes” ideias malignas

Na semana passada tomei conhecimento de que alguns jovens tiveram uma ”ideia” que eles devem ter considerado “brilhante”:  molharam um cãozinho com alguma sustância inflamável, colocaram fogo e o filmaram até morrer. Depois colocaram o filme na Internet. Eu não quis ver essas imagens porque entendo que atos como estes denigrem o ser humano e rebaixa a humanidade à barbárie criminosa. Sabemos que é crime maltratar animais, mas o que dizer de um comportamento como este? Refiro-me à desgraçada “ideia” que alguém teve, considerando-a “genial” e, ao invés de ser impedido pelos que estavam ao redor, pelo contrário, obteve apoio.

Paulo falou sobre os que desprezam o conhecimento de Deus:

E, como eles se não importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convém... estando cheios de toda iniqüidade... desobedientes ao pai e à mãe... sem afeição natural... sem misericórdia; os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem. Rm 1.28-32

É por isso que Paulo orienta-nos por duas vezes a não nos cansarmos de fazer o bem:

E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Gl 6.9
E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem. 2 Ts 3.13 

Se ele insiste nisso é porque é possível alguém desanimar de fazer o que é bom, gracioso, digno de honra e nobre (este é o significado da palavra bem no grego). Mas é bom que a gente pergunte: Por que podemos nos cansar de fazer o bem?

Por que podemos nos cansar de fazer o bem?

A resposta está na própria natureza. Os agricultores são trabalhadores da terra. Eles sabem que para produzir grandes colheitas é preciso muito trabalho: arar da terra, limpar, adubar, no tempo certo plantar, regar, esperar crescer para depois colher.

Por outro lado você já viu uma “produtiva plantação de mato”? O mato não exige nada. Ninguém precisa plantá-lo. É só deixá-lo crescer. É chamado de erva daninha, isto é, nociva, má, que causa estragos. É uma praga que atrapalha o bom trabalho dos agricultores que precisam retirá-lo continuamente, senão, pode impedir o crescimento da boa planta.

Assim é o pecado na natureza humana. É como o mato: nasce sem esforço, não precisa plantá-lo, não precisa fazer força, ele está presente no coração humano e se manifesta constantemente frutificando em más ações. Para o mal qualquer pessoa tem ideias que ela considera “geniais”. Os maus pensamentos brotam em suas mentes como se fossem inspirações do inferno a ponto de enojarem a todos os que ouvem.

O bem custa caro. É preciso esforço, perseverança, vitória sobre o desânimo, insistência. E estas atitudes cansam. O importante é não desistir de fazer o bem, porque no devido tempo havemos de colher.

Fazer o bem é uma ideia melhor

Soube de um jovem que, após encontrar-se com amigos no centro da cidade, voltava para a Universidade acompanhado de um de seus professores. Andavam por uma estrada que cujas laterais eram terras aradas, que estavam sendo preparadas para o plantio. Nelas havia alguns trabalhadores que estavam terminando o serviço pela hora da tarde. Estes deixavam seus sapatos na beira da estrada para tornar a calçá-los quando saíssem da terra.

Ao ver um dos pares de sapato o jovem teve uma daquelas “ideias brilhantes”. Propôs ao professor pegar um par de sapatos e escondê-lo e depois ficar atrás das árvores para avaliar a reação do trabalhador. O professor logo o desestimulou de fazer aquilo lembrando que seria um ato de maldade com um homem simples, sofrido e que não seria bom acrescentar-lhe preocupações e aborrecimentos. Porém, resolveu desafiar o aluno a fazer algo melhor, mais inteligente, mais nobre, mais digno de honra, enfim, mais gracioso. Então lembrou o jovem que o trabalhador era pobre e ele, o aluno, era rico. Assim propôs que o jovem coloca-se uma moeda de grande valor em cada sapato do homem. Aí, sim, eles se esconderiam atrás das árvores e veriam a sua reação. O jovem gostou da ideia e, apesar do custo, colocou as moedas nos sapatos e aguardou o trabalhador chegar.

O homem saiu do campo, limpou os pés, pegou um dos sapatos para calçar e viu a moeda. Pegou-a, olhou para estrada como se procurasse por alguém. Depois a guardou no bolso. Ao calçar o outro sapato notou outra moeda. Neste momento o homem a pegou nas mãos, ajoelhou-se e em alta voz orou:

- Senhor, muito obrigado! Saí de casa deixando minha mulher doente e meus filhos sem pão! O Senhor tocou um coração bondoso para que pudesse me suprir. Muito obrigado! Abençoa quem fez isto!

O professor voltou-se para o aluno e perguntou o que ele tinha achado. O jovem reconheceu estar recompensado, feliz e surpreso por ter ajudado ao trabalhador ao invés de ter-lhe gratuitamente causado um aborrecimento. Prometeu a si que pensaria muitas vezes antes de agir de forma a causar prejuízo a alguém, mesmo por brincadeira.

Sabe amados, fazer coisas ruins é muito fácil. Qualquer um pode fazer. A maldade humana é como o mato. As “ideias” brotam na fértil mente pecaminosa. Por outro lado, fazer o bem tem um custo, exige mais energia, esforço, suor. Seja sábio. Não se canse de fazer o bem, porque você vai colher muitos bons frutos de todo o bem que fizer.