segunda-feira, 12 de maio de 2014

Boko Haram – O mundo ignora a ação de milícias islâmicas que matam 100 mil cristãos por ano

Boko Haram – O mundo ignora a ação de milícias islâmicas que matam 100 mil cristãos por ano

A milícia islâmica Boko Haram, que sequestrou mais de 200 meninas na Nigéria, promoveu um massacre que fez entre 150 e 300 mortos, não se sabe ao certo, no estado de Borno, nordeste do país (ver post). É um dos braços da Al Qaeda no continente.

Digam-me aqui: desde quando as milícias islâmicas aterrorizam o mundo, muito especialmente países africanos? O que fez a comunidade internacional diante do massacre de mais de 400 mil cristãos em Darfur, no Sudão? O mais curioso é que, nos centros influentes de pensamento da Europa e dos Estados Unidos (e até nas universidades brasileiras, que não são influentes), fala-se numa certa “islamofobia”, que ninguém, até agora, conseguiu definir direito o que é ou identificar.

O aspecto religioso dos ataques promovidos por milícias islâmicas na África ou no Oriente Médio desaparece depressa, é logo ignorado. A Igreja Católica e as demais denominações cristãs parecem incapazes de denunciar com a devida gravidade o que está em curso. Ao contrário até: na imprensa ocidental, a esmagadora maioria das notícias acaba tendo um viés anticristão por causa, vamos dizer, da “agenda progressista de costumes”. No mundo, nenhuma escolha pessoal é, hoje em dia, tão mortal como o cristianismo. Nos 45 dias que se seguiram à deposição de Mohamed Morsi, no Egito, pelo menos 200 cristãos da minoria copta foram assassinados. E a matança continua.

Em 2012, escrevi aqui, 105 mil pessoas foram assassinadas no mundo por um único motivo: eram cristãs. O número foi anunciado pelo sociólogo Maximo Introvigne, coordenador do Observatório de Liberdade Religiosa, da Itália. E, como é sabido, isso não gerou indignação, protestos, nada. Segundo a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), 75% dos ataques motivados por intolerância religiosa têm como alvos os… cristãos. Mundo afora, no entanto, o tema quente, o tema da hora, em matéria de religião — e não é diferente da imprensa brasileira —, é a chamada “islamofobia”.

Existe islamofobia? Sem dúvida. Muitas vezes, no entanto, entra nessa categoria a justa reação de países ocidentais à tentativa de comunidades islâmicas de impor seus costumes à revelia da legislação dos países democráticos que as abrigam. O dado inquestionável, no entanto, é que a “islamofobia” gera, quando muito, manifestações de preconceito — em si mesmas odiosas. Já a “cristofobia” causou a morte de 105 mil pessoas só em 2012. Há lugares em que ser cristão é, com efeito, muito perigoso: Nigéria, Paquistão, Mali, Somália e… Egito — especialmente depois da chamada “revolução islâmica”, ou “Primavera”, na linguagem, vamos dizer assim, floral da deslumbrada imprensa ocidental.

Mas este não é um assunto “quente”. Se algum extremista cretino atacar um muçulmano no Ocidente, aí o debate pega fogo — e não que a indignação seja imerecida. Mas cumpre perguntar: por que a carne cristã é tão barata no imaginário da imprensa ocidental?

Há cristãos sendo crucificados na Síria por jihadistas que promovem a guerra civil contra Bashar Al Assad. Há poucos dias, ao saber disso, consta, o papa chorou. Ocorre que a comunidade internacional, o papa inclusive, tem de fazer mais do que chorar. Quem financia o Boko Haram? Quem dá dinheiro às milícias islâmicas que aterrorizam a África?

É preciso que se chame a atenção para o caráter religioso dessa guerra. A Nigéria, com mais de 170 milhões de habitantes, tem uma discreta maioria de cristãos na comparação com os muçulmanos: 49% a 48%, mais ou menos. Não se tem notícia de milícias cristãs armadas. Reitere-se: o confronto que mais mata hoje na Nigéria e no mundo é religioso, não étnico. E os islâmicos estão na ofensiva terrorista.

Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/boko-haram-o-mundo-ignora

Como os egípcios moveram pedras gigantes

quinta-feira, maio 08, 2014

Como os egípcios moveram pedras gigantes

Sem a ajuda de extraterrestres
Uma civilização antiga, sem a ajuda de tecnologia moderna, conseguiu mover pedras de 2,5 toneladas para compor suas famosas pirâmides. Mas como? A pergunta aflige egiptólogos e engenheiros mecânicos há séculos. Mas agora, uma equipe da Universidade de Amsterdã acredita ter descoberto o segredo – e a solução estava na nossa cara o tempo todo. 

Tudo se resume ao atrito. Os antigos egípcios transportavam sua carga rochosa através das areias do deserto: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes “trenós”, e as transportavam até o local de construção. Na verdade, os trenós eram basicamente grandes superfícies planas com bordas viradas para cima. Quando você tenta puxar um trenó desses com uma carga de 2,5 toneladas, ele tende a afundar na areia à frente dele, criando uma elevação que precisa ser removida regularmente antes que possa se ​​tornar um obstáculo ainda maior. A areia molhada, no entanto, não faz isso. 

Em areia com a quantidade certa de umidade, formam-se pontes capilares – microgotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns aos outros –, o que dobra a rigidez relativa do material. Isso impede que a areia forme elevações na frente do trenó, e reduz pela metade a força necessária para arrastar o trenó. Pela metade.

Ou seja, o truque é molhar a areia à frente do trenó. Como explica o comunicado à imprensa da Universidade de Amsterdã:

Os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água na areia. Para determinar a rigidez, eles usaram um reômetro, que mostra quanta força é necessária para deformar certo volume de areia.

Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia... Um trenó desliza muito mais facilmente sobre a areia firme [e úmida] do deserto, simplesmente porque a areia não se acumula na frente do trenó, como faz no caso da areia seca.


Essas experiências servem para confirmar o que os egípcios claramente já sabiam, e o que nós provavelmente já deveríamos saber. Imagens dentro do túmulo de Djehutihotep, descoberto na Era Vitoriana, descrevem uma cena de escravos transportando uma estátua colossal do governante do Império Médio; e nela há um homem na frente do trenó derramando líquido na areia. Você pode vê-lo na imagem [lá no início do texto], à direita do pé da estátua.

Agora podemos finalmente declarar o fim dessa caçada científica. O estudo foi publicado na Physical Review Letters.

Fonte: http://www.criacionismo.com.br

domingo, 11 de maio de 2014

Quem é o seu anfitrião?

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Depois de uma longa viagem, nada melhor que chegar e descansar num lugar seguro!

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Universidade de Harvard realizará Missa Negra Satânica

Universidade de Harvard realizará Missa Negra Satânica

Instituição fundada por pastor e que começou ordenando pastores agora se envolve com satanismo

11 May 2014 06:54 AM PDT
 Imagem
Julio Severo
Com o secularismo crescendo nos Estados Unidos, satanistas parecem cada vez mais dispostos a desafiar os cristãos buscando tempo e espaço igual na esfera pública, sob o pretexto da liberdade religiosa.
Agora, com o patrocínio de um grupo estudantil, a Universidade de Harvard vai permitir que o Templo Satânico de Nova Iorque realize uma Missa Negra nas dependências da universidade na segunda-feira (12 de maio de 2014).
Missa Negra
A missa será feita no subsolo do Salão Memorial. Mas quem está fazendo objeções ao evento não são as igrejas evangélicas, muito menos as igrejas calvinistas. Fortes objeções estão vindo da Igreja Católica.
Quem tinha a obrigação de fazer oposição feroz são os calvinistas. De acordocom Wesley Campbell, a Universidade de Harvard foi fundada para levar os estudantes a conhecer Deus. Harvard, que foi estabelecida em 1636, foi nomeada em homenagem ao pastor calvinista John Harvard (1607–38), que deixou como herança para a universidade toda a sua biblioteca e metade de sua propriedade. Embora nunca tivesse filiação formal a uma igreja, Harvard treinava principalmente pastores calvinistas. Hoje, embora nunca confesse formalmente que é marxista, Harvard treina principalmente esquerdistas.
Com a Missa Negra, Harvard chega ao ápice do distanciamento de suas origens. As cerimônias de Missa Negra costumam profanar o pão da Santa Ceia. Esse é um aspecto da cerimônia que os católicos interpretam como ataque principalmente à Igreja Católica.
No entanto, muito mais do que a Igreja Católica, as igrejas calvinistas deveriam ter muito mais interesse em denunciar a Missa Negra em Harvard. Pelo menos no Brasil, grupos calvinistas passam, através de blogs e sites, o tempo inteiro quase que só denunciando seus vizinhos evangélicos, os neopentecostais, como se eles fossem obrigados a adotar o calvinismo ou estivessem profanando a Bíblia, Calvino, a Reforma e toda as suas outras tradições e teologias.
blogosfera calvinista brasileira é ativa, permanentemente atenta e vigilante com relação às “heresias” pentecostais e neopentecostais, mas estranhamente omissa diante dos graves problemas — especialmente o liberalismo teológico da Teologia da Missão Integral — que grassam em seu próprio meio.
Se, em vez de pastores calvinistas, Harvard tivesse inicialmente ordenado pastores pentecostais ou neopentecostais, a blogosfera calvinista não perderia a oportunidade de apontar isso como referência importante dos malefícios do pentecostalismo e neopentecostalismo.
Será que o alastramento do satanismo oferece, na perspectiva desses calvinistas tendenciosos, menos ameaça do que o neopentecostalismo?
Seja como for, o Templo Satânico de Nova Iorque está satisfeito de ocupar esse espaço outrora “calvinista,” e parece particularmente determinado a promover o satanismo sob a desculpa de apoiar a liberdade religiosa.
A decisão de se permitir uma Missa Negra dentro da Universidade de Harvard ocorre num momento em que o Templo Satânico de Nova Iorque requisitou a instalação de uma estátua de Baphomet de mais de 2 metros de altura, fundida em bronze, num lugar de honra na frente do prédio do governo do estado de Oklahoma. A estátua satânica ficará ao lado do monumento dos Dez Mandamentos que foi erigido em 2012.
Estátua de Baphomet
Lucien Graves, que já foi estudante de Harvard e é hoje porta-voz do Templo Satânico de Nova Iorque, disse ao noticiário televisivo ABC News que os esforços para erigir a estátua de Baphomet no prédio do governo estadual refletem a iniciativa da organização satânica de “celebrar o progresso dos EUA como uma nação pluralista fundada no Estado laico.”
Graves disse: “A mensagem por trás do nosso monumento tem muito mais relação com a formação dos valores constitucionais dos EUA do que os Dez Mandamentos possivelmente têm.”
A presença do monumento dos Dez Mandamentos no prédio do governo estadual tem causado mal-estar entre militantes esquerdistas. Ryan Kiesel, diretor-executivo da filial da ACLU (sigla em inglês que significa União das Liberdades Civis Americanas) em Oklahoma, disse que o monumento tem de ser removido, pois viola a separação entre Estado laico e Cristianismo. A ACLU entrou com uma ação legal para remover os Dez Mandamentos.
No entanto, a ACLU não mostrou interesse em entrar com um processo para remover a estátua de Baphomet.
Na quinta-feira passada, a Arquidiocese de Boston pediu que Harvard cancelasse o evento, dizendo numa declaração: “A comunidade católica de Boston expressa sua profunda tristeza e forte oposição ao plano de realizar uma ‘missa negra’ no campus da Universidade de Harvard.”
Se a arquidiocese tivesse o mesmo espírito belicoso da blogosfera calvinista brasileira, apontaria não só que Harvard ordenava originalmente pastores calvinistas, mas também que a maior denominação calvinista dos EUA — a Igreja Presbiteriana dos EUA (conhecida pela sigla PCUSA) — é completamente omissa a eventos esquerdistas e satânicos em Harvard e é até mesmo envolvida nessa apostasia.
Se a PCUSA estivesse espiritualmente bem, poderia também dar uma declaração pública mais ou menos assim: “A comunidade calvinista dos Estados Unidos expressa sua profunda tristeza e forte oposição ao plano de realizar uma ‘missa negra’ no campus da Universidade de Harvard.”
Em vez disso, a PCUSA ordena pastores gays, apoia o aborto e promove boicotes contra Israel — o que não a deixa espiritualmente muito distante do que acontece em Harvard. Tiveram origens semelhantes e hoje estão basicamente no mesmo “espírito.”
Dá para imaginar uma universidade que leva o nome de um pastor calvinista e começou formando pastores calvinistas agora realizando Missa Negra?
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Com informações do WND.