quinta-feira, 8 de março de 2012

A única perseguição religiosa que há no Brasil é aos crucifixos. Ou: O argumento tolo de que ou todas as religiões são representadas ou nenhuma. E digo por que é tolo


08/03/2012
 às 6:51

A única perseguição religiosa que há no Brasil é aos crucifixos. Ou: O argumento tolo de que ou todas as religiões são representadas ou nenhuma. E digo por que é toloPor Reinaldo Azevedo

Direitos e valores coletivos, à diferença do que pensam os que se auto-intitulam “progressistas”, estão correndo riscos. As minorias organizadas estão, aos poucos, minando valores universais para impor a sua pauta. Vale para a turma da bicicleta ou para aqueles que se querem representantes do “laicismo” e defendem que se cassem e se cacem os crucifixos dos tribunais. Nesse caso, com o devido respeito também a alguns leitores por quem tenho estima, o mais tolo dos argumentos é o que sustenta que “ou se contemplam todas as religiões ou não se privilegia nenhuma”. Então vamos pensar.

Fundamento

O crucifixo não está nos tribunais porque os juízes vão julgar segundo os dogmas de uma religião, mas porque aquele signo concentra valores, ATENÇÃO!, da nação brasileira, de sua história e de sua formação. Eliminá-los corresponde a uma tentativa de reescrever essa história. Quando alguém diz que, então, elementos de outras religiões deveriam estar presentes, passa a operar com outro critério, que é o da REPRESENTAÇÃO. Ora, caso se vá levar adiante esse critério, é preciso ser sério: mais de 90% dos brasileiros são cristãos. Logo, a exposição desses elementos teria de ser feita segundo uma hierarquia, certo? Mas esperem.

Os ateus continuariam excluídos, uma vez que, para eles, aqueles elementos todos são inúteis e não espelham o seu pensamento. Ao se eliminar o crucifixo, o que se tem por óbvio? Já que é impossível expressar todas as convicções, então que não se expresse nenhuma! Logo, os que abraçaram o critério da representação acabam se dando por satisfeitos que prevaleça a convicção da minoria: a parede nua! Em nome da justiça, folgam, então, com a injustiça. É bonito isso?

Não! O meu critério, já disse, não é esse. Aqueles crucifixos, para começo de conversa, não estavam lá — e não se espalham Brasil afora — por força de uma lei, mas de uma herança cultural. É UMA EXPRESSÃO DA NAÇÃO, NÃO DO ESTADO. SIM, O ESTADO É LAICO, A NAÇÃO É RELIGIOSA. A religião da maioria, é bom destacar, vive em harmonia com todas as outras crenças. A ÚNICA PERSEGUIÇÃO QUE HÁ NO BRASIL É AOS CRUCIFIXOS. Eliminar esses signos corresponde a tentar levar confusão onde ela não está instalada.

Ademais, há uma covardia essencial nisso tudo, de que tratarei em outro post — nele, farei um desafio ao presidente da OAB do Rio. Se ele tiver uma boa resposta, publicarei de bom grado. Mas sigo. Ora, caso se leve, então, a sério a representação, o que estariam querendo dizer seus defensores? Que as demais religiões tiveram na formação da nação brasileira e sua mentalidade a mesma importância do cristianismo? Bem, acho que ninguém correria o ridículo de afirmá-lo.

A verdade, lamento, é que os novos perseguidores de crucifixo, em nome da igualdade, estão é sendo notavelmente intolerantes. Na Internet, com raras exceções, os que defendem a proposta com unhas, dentes e poucos argumentos afirmam as maiores bobagens sobre a Igreja Católica, a Santa Inquisição, as Cruzadas… No fim das contas, tudo restolho de anos de marxismo chulé nas escolas, nos cursinhos, nas faculdades, em que rematados ignorantes deixam de lado os fatos para fazer proselitismo de suas convicções.

Um bobalhão mandou um comentário pra cá: “Não venha me dizer agora que a Inquisição não matou ninguém…” Claro que não vou dizer! Ele é que não se conforma com o fato de que a Revolução Francesa tenha matado em quatro anos mais do que o Santo Ofício em quatro séculos. Ademais, o que isso tudo tem a ver com o caso? Devo considerar agora que todas as idéias republicanas são essencialmente más porque Robespierre cortava cabeças?

Se o debate devesse se concentrar nos valores essenciais do cristianismo e nos valores essenciais do laicismo, tentando saber, vá lá, quem matou mais, a conta seria amplamente favorável aos cristãos. MAS O DEBATE NÃO É ESSE!!! Eu me oponho à caça aos crucifixos porque vejo nisso a intolerância de uma minoria e a tentiva de apagar a história. A ação foi de uma tal Liga Brasileira de Lésbicas. Suas representantes deveriam se envergonhar. O cristianismo foi a primeira grande corrente religiosa e de pensamento a dignificar as mulheres e a lutar de maneira organizada para protegê-las de práticas homicidas.

Não! Não é o laicismo do estado que está na base dessa escolha. É a intolerância.

Por Reinaldo Azevedo - http://tinyurl.com/7b72afu

quarta-feira, 7 de março de 2012

O crescimento da cristofobia



O crescimento da cristofobia 

Ives Gandra, Jornal do Brasil
        Ayaan Hirsi Ali publicou na revista Newsweek, de 13 de fevereiro passado, artigo fartamente documentado sobre a guerra que os países islâmicos estão desencadeando contra os cristãos, atingindo sua liberdade de consciência,  proibindo-os de manifestarem sua fé e assassinando quem a professa individualmente ou mediante atentados a Igrejas ou locais onde se reúnam.
        Lembra que ao menos 24 cristãos foram mortos pelo exército egípcio, em 9 de outubro de 2011; que, no Cairo, no dia 5 de março do mesmo ano, uma igreja foi incendiada, com inúmeros mortos; que, na Nigéria, no dia de Natal de 2011, dezenas de cristãos foram assassinados ou feridos, e que no Paquistão, na Índia e em outros países de minoria cristã a perseguição contra os que acreditam em Cristo tem crescido consideravelmente. Declara a autora que “os ataques terroristas contra cristãos na África, Oriente próximo e Ásia cresceram 309% de 2003 a 2010”. E conclui seu artigo afirmando que, no Ocidente, “em vez de criarem-se histórias fantasiosas sobre uma pretensa “islamofobia”, deveriam tomar uma posição real contra a “Cristofobia”, que principia a se infestar no mundo islâmico. “Tolerância é para todos, exceto para os intolerantes”.
        Entre as sugestões que apresenta, está o Ocidente condicionar seu auxílio humanitário, social e econômico a que a tolerância para com os que professam a fé cristã seja também respeitada, como se respeita, na maioria dos países ocidentais a fé islâmica.
Entendo ser o Brasil, neste particular, um país modelo. Respeitamos todos os credos, inclusive aqueles que negam todos os credos, pois a liberdade de expressão é cláusula pétrea na nossa Constituição.
        Ocorre, todavia, que as notícias sobre esta “Cristofobia islâmica” são desconhecidas no país, com notas reduzidas sobre atentados contra os cristãos, nos principais jornais que aqui circulam. Um homossexual agredido é manchete de qualquer jornal brasileiro. Já a morte de dezenas de cristãos, em virtude de atos de violência planejados, como expressão de anticristianismo, é solenemente ignorada pela imprensa.
        Quando da Hégira, em 622, Maomé lançou o movimento islâmico, que levou à invasão da Europa em 711 com a intenção de eliminar todos os infiéis ao profeta de Alá. Até sua expulsão de Granada — creio que em 1492 — os mulçumanos europeus foram se adaptando à convivência com os cristãos, sendo que a filosofia árabe e católica dos séculos 12 e 13 convergiram, fascinantemente. Filósofos de expressão, como Santo Tomas de Aquino, Bernardo de Claraval, Abelardo, Avicena, Averróes, Alfa-rabi, demonstraram a possibilidade de convivência entre credos e culturas diferentes.
        Infelizmente, aquilo que se considerava ultrapassado reaparece em atos terroristas, que não dignificam a natureza humana e separam os homens, que deveriam unir-se na busca de um mundo melhor. Creio que a solução apresentada por Ayaan Hirsi Ali é a melhor forma de combater preconceitos, perseguições e atentados terroristas, ou seja, condicionar ajuda, até mesmo humanitária, ao respeito a todos os credos religiosos (ou à falta deles), como forma de convivência pacífica entre os homens. É a melhor forma de não se incubarem ovos de serpentes, prodigalizando auxílios que possam se voltar contra os benfeitores.
Ives Gandra da Silva Martins é jurista. – ivesgandra@gandramartins.adv.br

segunda-feira, 5 de março de 2012

Paixão indígena: a luta de Damares Alves para resgatar crianças indígenas


Paixão indígena: a luta de Damares Alves para resgatar crianças indígenas

Não eram nem 19h da última segunda-feira quando a advogada Damares Alves recebeu uma ligação desesperada. Uma índia suplicava ajuda na rodoviária do Plano Piloto. Carregava a filha de 4 anos em um cesto agarrado às costas. Escondida de sua tribo, esperava que Damares acolhesse a criança, que vivera dentro do cesto desde o dia em que veio ao mundo. Não fosse a coragem da mãe, teria sido morta logo após o nascimento. A tradição de sua tribo, que rege também outras 40 etnias pelo Brasil, a obrigaria a ceifar a vida da menina, por ser filha de mãe solteira. Por causa dos anos escondidas no cesto, mal mexia os bracinhos. Foi recebida e levada para um hospital.
Não foi por acaso que o celular de Damares tocou no dia anterior à entrevista. Quando menina, ela teve o sonho de que trabalharia com crianças indígenas. Seus pais, que acolhiam idosos em casa, sempre a incentivaram a dedicar parte de seu tempo ao próximo. Com a ideia de focar seu trabalho nas tribos brasileiras, escreveu aos 16 anos cartas para instituições nacionais que ofereciam cursos na área de linguística. Recebeu como resposta de todas que seria bem-vinda, desde que bancasse os estudos. Sem dinheiro, colocou o sonho em stand by e foi trabalhar com realidades mais próximas. Ainda adolescente, estava nas ruas ajudando crianças carentes e usuárias de drogas em Aracaju, onde vivia. Dormiu nas ruas, entrou no camburão e desacatou policiais em defesa dos menores. “Eram meninos de essência boa. Precisavam de oportunidades. E eu, na minha inocência, não via o perigo de estar ao lado deles durante a madrugada. Achava que ao meu lado, ninguém os exterminaria.” Anos depois se mudou para São Carlos e lá começou a trabalhar com usuários de drogas de diversas classes sociais, enquanto cursava direito.
Como advogada, recebeu um convite para trabalhar como consultora parlamentar em Brasília. E foi em um dia comum do trabalho que viu entrar cinco homens de terno pela porta do gabinete. Eram os presidentes das cinco instituições de linguística que procurou quando adolescente. Queriam uma intervenção política para manter as equipes de pesquisa dentro das tribos. Daí em diante se apaixonou pela causa. Entrou nas aldeias, deu voz e ouvidos às suas reivindicações. No fim dos anos 1990, levantou junto ao Congresso a questão do infanticídio nas aldeias. A partir daí, se tornou conhecida por salvar crianças que seriam mortas por motivos diversos: gêmeos, deficientes, filhos de mãe solteiras, primogênitas mulheres. É ela a redatora da Lei Muwaji, que visa proteger crianças indígenas rejeitadas pela tribo. O nome é uma homenagem a uma índia Suruwahá que abandonou seu povo para salvar a filha deficiente, com paralisia cerebral.
A filha adotiva da advogada foi resgatada em uma tribo. Quando bebê foi abandonada pela mãe na floresta. Era a terceira filha do casal, que ainda não havia conseguido um filho homem. Foi achada por outra família, que a criou em condições precárias. Aos 6 anos, a menina, que passava os dias ralando mandioca e era proibida de brincar com as outras crianças da tribo, estava desnutrida, desidratada e tinha um problema na arcada dentária que deixava sua boca torta. Damares pediu à família de criação que deixassem levar a menina para que recebesse tratamento adequado. Seis meses depois, vieram buscar a menina e, ao verem-na usando aparelhos ortodônticos, a recusaram. Desde então, ela vive com Damares. Estuda em uma escola pública e faz tudo o que meninas da cidade grande fazem. Os pais, no entanto, querem que ela estude e volte para a casa. Damares concorda. Com a educação que recebeu, ela se tornará uma porta-voz do seu povo.
“Assim como muitas famílias amigas me tornei uma acolhedora porque quando essas crianças chegam para tratamento nem sempre têm onde ficar. Elas estão com o psicológico muito abalado. Se não estivessem aqui, estariam mortas. Provavelmente, enterradas vivas. Luto por essa segunda chance. Pelo direito à vida”, frisa a advogada.
Divulgação: www.juliosevero.com

domingo, 26 de fevereiro de 2012

O Aniversário de 28 anos da Família Avelino Lopes


O Aniversário de 28 anos da Família Avelino Lopes


Inez & Joubert 26.02.12

Tivemos um privilégio ímpar neste mês de fevereiro: fomos convidados a ministrar no aniversário da Igreja Cristã da Família Avelino Lopes que aconteceu nos dias 10, 11 e 12. Foi um presente para nós poder rever os irmãos que já não víamos há mais de seis anos. De avião chegamos até Barreiras na Bahia e os irmãos Edno e Dárcio foram nos buscar de carro, fazendo-nos recordar antigos e continuamente belos cenários de matas e chapadões, agora já não por mais de quatrocentos quilômetros de estradas de terra repletas de “costelas de vaca”, mas pela suavidade de um bom asfalto.









A Inez ministrou para as mulheres em duas noites: 



  • dia 09, quinta-feira, - quando destacou exemplos de mulheres da Bíblia – com presença de mais de cento e vinte mulheres aproximadamente, e 
  • dia 13, segunda-feira, - quando enfatizou o relacionamento e o papel da mulher no casamento e família - numa reunião mais restrita às mulheres da igreja, com presença de oitenta participantes.







Pude ministrar a Palavra nas três noites de adoração e celebração, na escola dominical e numa reunião especial para homens enfocando os seguintes temas: 
  • dia 10, sexta-feira, – O Temor de Isaque – sobre a necessidade de buscarmos um mais profundo conhecimento de Deus; 
  • dia 11, sábado, – As Três Unções de Davi – onde vemos as fases e o progresso da experiência da mulher e do homem cristão rumo ao cumprimento do propósito de Deus; 
  • dia 12, domingo pela manhã, - A Amargura – estabelecendo um paralelo entre a experiência dos hebreus e a nossa vida e a solução de Deus para a cura da amargura em nossos dias; 
  • dia 12, domingo à noite, - A Mais Bendita das Esperanças – sobre os sinais da volta de Jesus e nossa expectativa perante este acontecimento. 
  • dia 13, segunda-feira, - A Perda da Alma e da Sensibilidade – numa reunião de homens, enfocando a atenção necessária ao cônjuge, filhos, irmãos e amigos do ponto de vista de Deus.







Nas noites de adoração e celebração estiveram presentes irmãos de quase todas as igrejas e congregações da região, com destaque para Pr. Barrista, de Faz. Campinas, Pr. José do Ó de Júlio Borges, Pr. Salvador de Curimatá, Arenilson do Bom Sossego, Jesuíno, líder  do Baixão do Mel, Pr. Candinho de Curimatá, com suas famílias. O Pr. Joel de América Dourada não pode estar conosco, tendo em vista o cuidado de seu pai enfermo. Além destes destacamos a presença amiga dos pastores da 1ª Igreja Batista de Avelino Lopes, Pr. Plinio e Pr. Carlos Jr., com suas famílias.







Ficamos particularmente emocionados quando, numas das noites de adoração ao Senhor, perguntei quantos dos presentes haviam entregue a vida a Jesus nos cultinhos que a “tia” Inez preparava. Calculo que mais de duas dezenas de braços se levantaram incluindo os homens e mulheres que hoje governam e lideram ministérios na igreja. A memória foi aguçada e as lembranças se acumularam do trabalhos infantis que chegaram a atrair quatrocentas crianças numa EBF, das viagens longas em visita aos vilarejos distantes, do estabelecimento de congregações que hoje são igrejas, dos encontros de jovens e adolescentes onde preparávamos assuntos desde astronomia, buscando no céu da noite localizar estrelas e conhecer seus nomes num mapa estelar e até como fazer desodorante ou trocar botijões de gás. Hoje eles são os astros de Deus que brilham no mundo.







O novo templo recém-inaugurado é um sonho que se cumpriu. O falecido Pr. Isaac esperava o dia de vê-lo pronto. O Governo atual presidido pelo Pr. Edno, o Pr. Adilto, Pb. Darcio, suas esposas e demais irmãos e irmãs, trabalharam assiduamente para levantar fundos a fim de terminarem a obra. E assim o fizeram de forma excelente como se pode ver.




















Avelino Lopes foi o lugar em que eu e a Inez, recém-casados, vivemos por quase dois anos (1988/90), há 24 anos atrás. Apesar de outros objetivos específicos , a grande semeadura daqueles dias ficou por conta do trabalho infantil, adolescentes e jovens. Uma semeadura que não foi em vão. Apesar das lutas, resistências e difíceis circunstâncias pelas quais passamos como igreja, aqueles pré-adolescentes que aceitaram a Jesus naqueles dias, hoje são os homens e mulheres, pastores, presbíteros e líderes de ministérios frutíferos, cuja vida comprometida com Jesus é evidente a todos que os conhecem. Nossa sensação é de que tudo isto aconteceu recentemente, no entanto, lá se vão quase um quarto de século...
















Hoje o progresso da região se evidencia nas facilidades de acesso em estradas asfaltadas, na comunicação dos celulares 3G, Internet e demais aparatos tecnológicos, lojas e serviços disponíveis. Muito diferente do tempo em que havia somente um telefone fixo disponível no município. A prosperidade da cidade e das famílias é uma profecia antiga que se cumpre aos nossos olhos e a nova geração que chega desfruta da alegria do hoje assim como nós das alegrias do ontem rememoradas para honra e glória daquele que nos possibilitou viver para ver cumpridas suas promessas. Estar com os irmãos e suas famílias foi revigorante como a chuva em tempos de seca.





















domingo, 19 de fevereiro de 2012



Antigas verdades nunca deixam de ser verdades. A verdade é eterna. A verdade é que a vida é valorizada porque vem de Deus e deve ser cuidada, resguardada, protegida. O direito do bebê precisa ser preservado. Veja o que disse o presidente Ronald Regan e compare com as tramóias ocultas de nosso governo brasileiro.

Concebida em estupro incestuoso, mas criada por Deus: o incrível testemunho de Kristi Hofferber


14 de fevereiro de 2012


Concebida em estupro incestuoso, mas criada por Deus: o incrível testemunho de Kristi Hofferber

Concebida em estupro incestuoso, mas criada por Deus: o incrível testemunho de Kristi Hofferber

Peter Baklinski, com John Jalsevac
13 de fevereiro de 2012 (LifeSiteNews.com) Se você se vê como ‘pró-vida’ exceto em casos de estupro e incesto, você terá de olhar Kristi Hofferber nos olhos e dizer a ela que a mãe dela deveria tê-la abortado. E quase aconteceu.

Kristi Hofferber

Num extraordinário e comovente testemunho pessoal publicado em inglês hoje por LifeSiteNews, Kristi explica que ela cresceu num lar cristão feliz, sua única queixa sendo um constante e crescente sentimento de desconforto que surgiu do fato de que ela ficou sabendo que havia sido adotada. Esse sentimento de desconforto finalmente a levou a buscar os fatos sobre seus pais biológicos logo depois que ela fez 30 anos.
Ela nunca poderia se preparar para o que ela descobriu.
Depois de dizer a seus pais adotivos que ela queria saber mais sobre seus pais biológicos, eles a fizeram se sentar e lhe disseram os fatos horrorosos de sua concepção: que sua mãe biológica era frequentemente estuprada pelo próprio pai demente e incestuoso durante os anos de sua adolescência. O resultado foram seis gravidezes: cinco delas terminaram em aborto. No meio dessas circunstâncias horrendas, só Kristi foi inexplicavelmente poupada, quase não escapando do destino cruel de seus irmãos e irmãs.
“Fiquei muda!” relata Kristi. “Precisei usar todas as minhas forças para não perder meu autocontrole. Antes, eu tinha uns dez questionamentos na cabeça; agora eu tinha centenas”.
Para ler o testemunho completo de Kristi em inglês, clique aqui.
Mesmo depois de ficar sabendo dos fatos de sua concepção, Kristi diz que se sentiu compelida a tentar descobrir mais, e talvez até fazer contato com sua mãe biológica. Depois de fazer algumas pesquisas na internet ela pôde fazer o contato, e logo depois, preparar um encontro emocional com sua mãe biológica.
“Minha mãe biológica ficou muito surpresa que eu tivesse escolhido procurá-la mesmo depois de saber a verdade sobre meu pai biológico”, escreve Kristi. “É nesse ponto que revelei para ela minha fé e como eu me sentia sobre quem eu era. Ele pode ter o mesmo DNA que eu tenho, mas quem me criou foi Deus. Não importa as circunstâncias, é a vontade e propósito de Deus que eu fosse concebida. Não quero nada de meu pai biológico, nem nunca vou querer”.
Kristi diz que no final, ela está simplesmente grata de estar viva.
“Encolho-me de medo quando alguém diz que é pró-vida, menos nos casos de estupro e incesto”, Kristi disse para WND recentemente. “Então dou um passo a frente e digo: ‘Peraí. Fui concebida em incesto, e sou tão humana quanto você”.
Kristi se entristece que a maioria das crianças concebidas em circunstâncias semelhantes às dela acabam pagando o preço máximo pelos pecados de seus pais.
“A opção do aborto permitiu que ele punisse meus inocentes irmãos e irmãs com a morte. Isso é errado de muitos modos. Deus tem um plano para toda criança individual, inclusive as crianças que, como eu, foram concebidas em incesto e estupro. Fazer um aborto como escolha legal machuca a todos os envolvidos”, disse ela.
Kristi não se define por seu DNA biológico, mas pelo amor de sua mãe biológica e pelo amor que ela sabe que Deus tem por ela.
“Deus é meu pai”, diz ela. “Não importa quem seja meu pai biológico”.
“Ele pode ter o mesmo DNA que eu tenho, mas quem me criou foi Deus. Não importa as circunstâncias, é a vontade e propósito de Deus que eu fosse concebida”.
Kristi é um testemunho vivo de que até mesmo nos casos de estupro e incesto, cada bebê em gestação é criado com um propósito. “Conforme meu testemunho revela, Deus pode pegar algo ruim e transformá-lo num oportunidade para fazer coisas miraculosas”.
“Recebi o dom da vida numa circunstância difícil e acredito que toda criança concebida merece o mesmo, sem exceção”.
Kristi está casada com um pastor evangélico. Eles têm orgulho de serem pais adotivos. O pai biológico de Kristi, o qual aterrorizou a mãe dela durante décadas, morreu no ano passado.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: LifeSiteNews

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Emerson Fittipaldi e a mensagem mais importante de sua vida



Vale a pena ouvir este campeão! 
Lembro que ele e o Pr. Sergio Lopes foram orar pelo George Harrison antes deste morrer. 
Conhecer a Jesus nos torna a todos campeões. Abração!