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domingo, 11 de maio de 2014

Universidade de Harvard realizará Missa Negra Satânica

Universidade de Harvard realizará Missa Negra Satânica

Instituição fundada por pastor e que começou ordenando pastores agora se envolve com satanismo

11 May 2014 06:54 AM PDT
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Julio Severo
Com o secularismo crescendo nos Estados Unidos, satanistas parecem cada vez mais dispostos a desafiar os cristãos buscando tempo e espaço igual na esfera pública, sob o pretexto da liberdade religiosa.
Agora, com o patrocínio de um grupo estudantil, a Universidade de Harvard vai permitir que o Templo Satânico de Nova Iorque realize uma Missa Negra nas dependências da universidade na segunda-feira (12 de maio de 2014).
Missa Negra
A missa será feita no subsolo do Salão Memorial. Mas quem está fazendo objeções ao evento não são as igrejas evangélicas, muito menos as igrejas calvinistas. Fortes objeções estão vindo da Igreja Católica.
Quem tinha a obrigação de fazer oposição feroz são os calvinistas. De acordocom Wesley Campbell, a Universidade de Harvard foi fundada para levar os estudantes a conhecer Deus. Harvard, que foi estabelecida em 1636, foi nomeada em homenagem ao pastor calvinista John Harvard (1607–38), que deixou como herança para a universidade toda a sua biblioteca e metade de sua propriedade. Embora nunca tivesse filiação formal a uma igreja, Harvard treinava principalmente pastores calvinistas. Hoje, embora nunca confesse formalmente que é marxista, Harvard treina principalmente esquerdistas.
Com a Missa Negra, Harvard chega ao ápice do distanciamento de suas origens. As cerimônias de Missa Negra costumam profanar o pão da Santa Ceia. Esse é um aspecto da cerimônia que os católicos interpretam como ataque principalmente à Igreja Católica.
No entanto, muito mais do que a Igreja Católica, as igrejas calvinistas deveriam ter muito mais interesse em denunciar a Missa Negra em Harvard. Pelo menos no Brasil, grupos calvinistas passam, através de blogs e sites, o tempo inteiro quase que só denunciando seus vizinhos evangélicos, os neopentecostais, como se eles fossem obrigados a adotar o calvinismo ou estivessem profanando a Bíblia, Calvino, a Reforma e toda as suas outras tradições e teologias.
blogosfera calvinista brasileira é ativa, permanentemente atenta e vigilante com relação às “heresias” pentecostais e neopentecostais, mas estranhamente omissa diante dos graves problemas — especialmente o liberalismo teológico da Teologia da Missão Integral — que grassam em seu próprio meio.
Se, em vez de pastores calvinistas, Harvard tivesse inicialmente ordenado pastores pentecostais ou neopentecostais, a blogosfera calvinista não perderia a oportunidade de apontar isso como referência importante dos malefícios do pentecostalismo e neopentecostalismo.
Será que o alastramento do satanismo oferece, na perspectiva desses calvinistas tendenciosos, menos ameaça do que o neopentecostalismo?
Seja como for, o Templo Satânico de Nova Iorque está satisfeito de ocupar esse espaço outrora “calvinista,” e parece particularmente determinado a promover o satanismo sob a desculpa de apoiar a liberdade religiosa.
A decisão de se permitir uma Missa Negra dentro da Universidade de Harvard ocorre num momento em que o Templo Satânico de Nova Iorque requisitou a instalação de uma estátua de Baphomet de mais de 2 metros de altura, fundida em bronze, num lugar de honra na frente do prédio do governo do estado de Oklahoma. A estátua satânica ficará ao lado do monumento dos Dez Mandamentos que foi erigido em 2012.
Estátua de Baphomet
Lucien Graves, que já foi estudante de Harvard e é hoje porta-voz do Templo Satânico de Nova Iorque, disse ao noticiário televisivo ABC News que os esforços para erigir a estátua de Baphomet no prédio do governo estadual refletem a iniciativa da organização satânica de “celebrar o progresso dos EUA como uma nação pluralista fundada no Estado laico.”
Graves disse: “A mensagem por trás do nosso monumento tem muito mais relação com a formação dos valores constitucionais dos EUA do que os Dez Mandamentos possivelmente têm.”
A presença do monumento dos Dez Mandamentos no prédio do governo estadual tem causado mal-estar entre militantes esquerdistas. Ryan Kiesel, diretor-executivo da filial da ACLU (sigla em inglês que significa União das Liberdades Civis Americanas) em Oklahoma, disse que o monumento tem de ser removido, pois viola a separação entre Estado laico e Cristianismo. A ACLU entrou com uma ação legal para remover os Dez Mandamentos.
No entanto, a ACLU não mostrou interesse em entrar com um processo para remover a estátua de Baphomet.
Na quinta-feira passada, a Arquidiocese de Boston pediu que Harvard cancelasse o evento, dizendo numa declaração: “A comunidade católica de Boston expressa sua profunda tristeza e forte oposição ao plano de realizar uma ‘missa negra’ no campus da Universidade de Harvard.”
Se a arquidiocese tivesse o mesmo espírito belicoso da blogosfera calvinista brasileira, apontaria não só que Harvard ordenava originalmente pastores calvinistas, mas também que a maior denominação calvinista dos EUA — a Igreja Presbiteriana dos EUA (conhecida pela sigla PCUSA) — é completamente omissa a eventos esquerdistas e satânicos em Harvard e é até mesmo envolvida nessa apostasia.
Se a PCUSA estivesse espiritualmente bem, poderia também dar uma declaração pública mais ou menos assim: “A comunidade calvinista dos Estados Unidos expressa sua profunda tristeza e forte oposição ao plano de realizar uma ‘missa negra’ no campus da Universidade de Harvard.”
Em vez disso, a PCUSA ordena pastores gays, apoia o aborto e promove boicotes contra Israel — o que não a deixa espiritualmente muito distante do que acontece em Harvard. Tiveram origens semelhantes e hoje estão basicamente no mesmo “espírito.”
Dá para imaginar uma universidade que leva o nome de um pastor calvinista e começou formando pastores calvinistas agora realizando Missa Negra?
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Com informações do WND.

sábado, 14 de setembro de 2013

Evangélicos nunca foram traficantes. Somos a maior vitima da intolerância religiosa no Brasil


Evangélicos nunca foram traficantes. 

Somos a maior vitima da intolerância religiosa no Brasil

Por Abner Ferreira

Evangélicos nunca foram traficantes. Somos a maior vitima da intolerância religiosa no BrasilEvangélicos nunca foram traficantes. Somos a maior vitima da intolerância religiosa no Brasil








Evangélicos não são traficantes, assim como — e a grande imprensa dita “progressista” pode desistir que não me convence do contrário — os evangélicos jamais apregoaram a intolerância e o preconceito, mesmo com as exceções costumeiras. Falo caros leitores, da denúncia da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) feita ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), de que “traficantes evangélicos” (uma definição que beira o mais vil preconceito religioso), estão proibindo em Vaz Lobo e em Vicente de Carvalho, na zona norte do Rio, que religiões de matriz africana mantenham seus cultos nas comunidades.
Este órgão, Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), está pedindo a instauração de inquérito, pois vários centros espíritas estariam sendo invadidos por pessoas que dizem ser do tráfico, ou — se traficantes não são — que dizem ser evangélicos, expulsando fiéis e ameaçando pessoas por usarem roupa branca. Vejam lá! Mais parece História da Carochinha. Ou ainda: mais um golpe da militância anticristã. Talvez: a militante favorável à descriminação das drogas tenta convencer as autoridades que até evangélicos se beneficiam com o tráfico. Quanta calunia e mentira! Quanta ignorância e malignidade em um só tema. Sigamos ao ponto.
São incompatíveis estas duas realidades: o fato do sujeito ser traficante e, ao mesmo tempo, evangélico. Aliás, não existe qualquer possibilidade de um evangélico ter qualquer tipo de ligação com o tráfico. Ou ainda: Jamais Deus livraria um político corrupto de ser cassado. São falácias e ignorâncias absurdas. Sou reacionário em qualquer tema que abranja os costumes éticos sociais e a moral cristã. Aliás, entendo que os cristãos são reacionários e contramajoritários em qualquer tema progressista na imprensa atual. Nosso guia de fé e prática é a Bíblia Sagrada.
São os evangélicos quem mais lutam para impedirem a legalização das drogas no novo Código Penal. Que fique claro: evangélico não é traficante e líder cristão não tem qualquer ligação com criminoso. Esta história de que o Ministério Público poderá convocar os pastores e integrantes de religiões afro, das localidades que supostamente estaria ocorrendo o fato, para fazerem um Termo de Ajustamento de Conduta (TACs) mais parece campanha visando difamar, injuriar e caluniar a igreja evangélica no Brasil. Quem sabe o Ministério Público está sendo instigado e insuflado a pretender instaurar uma perseguição evangélica no Rio, visando tentar barrar o crescimento das igrejas evangélicas brasileiras.
Explico: as TACs são documentos assinados por partes que se comprometem, perante os procuradores da República, a cumprirem determinadas condicionantes, de forma a resolver o problema que estão causando ou a compensar danos e prejuízos já causados. Quais os danos que, comprovadamente, os líderes evangélicos da região estariam causando aos fieis de religiões afro? Ou: as religiões de matrizes africanas pretendem que as igrejas evangélicas patrocinem seus cultos? Ou ainda: a competência, o assíduo e perseverante trabalho da igreja evangélica no atendimento as comunidades faz desta igreja um órgão responsável por atos de violência contra outras religiões?
Jamais, sob nenhuma hipótese, o povo evangélico deve ser considerado intolerante ou preconceituoso. O dado inquestionável, no entanto, é que pelo menos 105 mil pessoas, só no ano passado, foram mortas pelo simples fato de se declarar cristão. Já no Brasil, existe um ativo preconceito anticristão, principalmente nos órgãos sociais e na imprensa.
Mas pergunto: qual a real intenção da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), ao tentar responsabilizar os líderes evangélicos por uma ação do crime organizado? Isto é uma desculpa estapafúrdia de quem tenta a todo custo manchar a imagem da liderança cristã, seja por motivação política, religiosa ou simplesmente pelo mérito da luta do pequeno contra o grande. Neste caso do pequeno grupo dos religiosos de raiz afro contra a poderosa e crescente igreja evangélica brasileira.
Cansei de ler na imprensa brasileira, americana, espanhola, italiana, de todo o mundo, textos que relacionam os evangélicos a criminosos, estupradores, pedófilos, promíscuos, ignorantes e outros adjetivos que não vale lembrar. Eu sei que o mais trágico nesta história ainda está por vir. Nada que me escandalize, mas a incompetência de muitos órgãos públicos não se caracteriza apenas pela falta de ética, mas também pela falta de argumentos.
Há gente muito interessada na ambição de desconstruir a imagem da igreja evangélica. Não me impressiona que essa gente tenta e tenha conseguido vender essa imagem a imprensa. Vejam que não precisam de muito esforço para publicarem este tipo de pauta na mídia secular brasileira. O fato é que evangélico não trafica, não rouba, não mente, não posa pelado, não denigre nem chuta a imagem de ninguém.
Jamais apoiamos e apoiaremos qualquer ato de intolerância e preconceito de qualquer espécie. Até porque somos as maiores vítimas desta sórdida, maligna e inconsequente intolerância religiosa ao longo de toda nossa existência.
Gospel Prime