sábado, 14 de setembro de 2013

Evangélicos nunca foram traficantes. Somos a maior vitima da intolerância religiosa no Brasil


Evangélicos nunca foram traficantes. 

Somos a maior vitima da intolerância religiosa no Brasil

Por Abner Ferreira

Evangélicos nunca foram traficantes. Somos a maior vitima da intolerância religiosa no BrasilEvangélicos nunca foram traficantes. Somos a maior vitima da intolerância religiosa no Brasil








Evangélicos não são traficantes, assim como — e a grande imprensa dita “progressista” pode desistir que não me convence do contrário — os evangélicos jamais apregoaram a intolerância e o preconceito, mesmo com as exceções costumeiras. Falo caros leitores, da denúncia da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) feita ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), de que “traficantes evangélicos” (uma definição que beira o mais vil preconceito religioso), estão proibindo em Vaz Lobo e em Vicente de Carvalho, na zona norte do Rio, que religiões de matriz africana mantenham seus cultos nas comunidades.
Este órgão, Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), está pedindo a instauração de inquérito, pois vários centros espíritas estariam sendo invadidos por pessoas que dizem ser do tráfico, ou — se traficantes não são — que dizem ser evangélicos, expulsando fiéis e ameaçando pessoas por usarem roupa branca. Vejam lá! Mais parece História da Carochinha. Ou ainda: mais um golpe da militância anticristã. Talvez: a militante favorável à descriminação das drogas tenta convencer as autoridades que até evangélicos se beneficiam com o tráfico. Quanta calunia e mentira! Quanta ignorância e malignidade em um só tema. Sigamos ao ponto.
São incompatíveis estas duas realidades: o fato do sujeito ser traficante e, ao mesmo tempo, evangélico. Aliás, não existe qualquer possibilidade de um evangélico ter qualquer tipo de ligação com o tráfico. Ou ainda: Jamais Deus livraria um político corrupto de ser cassado. São falácias e ignorâncias absurdas. Sou reacionário em qualquer tema que abranja os costumes éticos sociais e a moral cristã. Aliás, entendo que os cristãos são reacionários e contramajoritários em qualquer tema progressista na imprensa atual. Nosso guia de fé e prática é a Bíblia Sagrada.
São os evangélicos quem mais lutam para impedirem a legalização das drogas no novo Código Penal. Que fique claro: evangélico não é traficante e líder cristão não tem qualquer ligação com criminoso. Esta história de que o Ministério Público poderá convocar os pastores e integrantes de religiões afro, das localidades que supostamente estaria ocorrendo o fato, para fazerem um Termo de Ajustamento de Conduta (TACs) mais parece campanha visando difamar, injuriar e caluniar a igreja evangélica no Brasil. Quem sabe o Ministério Público está sendo instigado e insuflado a pretender instaurar uma perseguição evangélica no Rio, visando tentar barrar o crescimento das igrejas evangélicas brasileiras.
Explico: as TACs são documentos assinados por partes que se comprometem, perante os procuradores da República, a cumprirem determinadas condicionantes, de forma a resolver o problema que estão causando ou a compensar danos e prejuízos já causados. Quais os danos que, comprovadamente, os líderes evangélicos da região estariam causando aos fieis de religiões afro? Ou: as religiões de matrizes africanas pretendem que as igrejas evangélicas patrocinem seus cultos? Ou ainda: a competência, o assíduo e perseverante trabalho da igreja evangélica no atendimento as comunidades faz desta igreja um órgão responsável por atos de violência contra outras religiões?
Jamais, sob nenhuma hipótese, o povo evangélico deve ser considerado intolerante ou preconceituoso. O dado inquestionável, no entanto, é que pelo menos 105 mil pessoas, só no ano passado, foram mortas pelo simples fato de se declarar cristão. Já no Brasil, existe um ativo preconceito anticristão, principalmente nos órgãos sociais e na imprensa.
Mas pergunto: qual a real intenção da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), ao tentar responsabilizar os líderes evangélicos por uma ação do crime organizado? Isto é uma desculpa estapafúrdia de quem tenta a todo custo manchar a imagem da liderança cristã, seja por motivação política, religiosa ou simplesmente pelo mérito da luta do pequeno contra o grande. Neste caso do pequeno grupo dos religiosos de raiz afro contra a poderosa e crescente igreja evangélica brasileira.
Cansei de ler na imprensa brasileira, americana, espanhola, italiana, de todo o mundo, textos que relacionam os evangélicos a criminosos, estupradores, pedófilos, promíscuos, ignorantes e outros adjetivos que não vale lembrar. Eu sei que o mais trágico nesta história ainda está por vir. Nada que me escandalize, mas a incompetência de muitos órgãos públicos não se caracteriza apenas pela falta de ética, mas também pela falta de argumentos.
Há gente muito interessada na ambição de desconstruir a imagem da igreja evangélica. Não me impressiona que essa gente tenta e tenha conseguido vender essa imagem a imprensa. Vejam que não precisam de muito esforço para publicarem este tipo de pauta na mídia secular brasileira. O fato é que evangélico não trafica, não rouba, não mente, não posa pelado, não denigre nem chuta a imagem de ninguém.
Jamais apoiamos e apoiaremos qualquer ato de intolerância e preconceito de qualquer espécie. Até porque somos as maiores vítimas desta sórdida, maligna e inconsequente intolerância religiosa ao longo de toda nossa existência.
Gospel Prime

Muçulmano decapita cristão e provoca: “Jesus não veio para salvá-lo”


Muçulmano decapita cristão e provoca: “Jesus não veio para salvá-lo”

Exército jihadista quer eliminar os “cruzados” cristãos.

por Jarbas Aragão

Muçulmano decapita cristão e provoca: “Jesus não veio para salvá-lo”Muçulmano decapita cristão e provoca: "Jesus não veio para salvá-lo"











As forças rebeldes jihadistas da Síria continuam sua perseguição implacável que deseja eliminar o cristianismo do país. Enquanto líderes políticos mundiais discutem qual o melhor caminho para a busca da paz, cristãos são mortos diariamente.
Os horríveis ataques contra ortodoxos, maronitas e católicos são justificados pelo apelido de “cruzados” que receberam dos soldados rebeldes. Moradores que fugiram da pequena cidade de Maalula contaram a jornalistas da agência France Press que desde que os jihadistas invadiram a cidade, na semana passada, estão forçando as pessoas a se converter ao islamismo.
“Eles chegaram à nossa cidade ao amanhecer… gritavam: ‘Nós somos da Frente Al-Nusra e viemos tornar a vida miserável para os cruzados”, disse uma mulher identificada como Marie que agora está refugiada na capital Damasco. O termo “cruzados” remete aos soldados cristãos que participaram das Cruzadas que tentaram retomar Jerusalém das mãos dos árabes na Idade Média.
Uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo, Maalula se tornou um símbolo internacional por seu valor estratégico na ameaça de tomada da capital, que marcaria a derrota do regime de Bashar Al-Asaad. A pequena cidade vivia em harmonia religiosa há séculos. No verão, a população é de 4.500 pessoas, dentre elas cerca de 3.000, na maioria cristãos, vêm de Damasco e de outros países. Já no inverno a população fica reduzida a duas mil pessoas, e então os muçulmanos são a maioria.
Marie estava entre as centenas de outros cristãos que participaram do enterro de cristãos que acabou se tornando uma marcha de protesto contra os invasores patrocinados pela Al Qaeda. O movimento enfureceu ainda mais alguns líderes dos rebeldes que ocupam a cidade.
Adnan Nasrallah, 62, conta que uma explosão destruiu parte de uma igreja perto de sua casa. “Eu vi pessoas usando faixas da Al-Nusra na cabeça que começaram a atirar nas cruzes. Um dos atiradores, colocou uma pistola na cabeça do meu vizinho e obrigou-o a se converter ao Islã, obrigando-o a repetir que só Alá é Deus e Maomé o único profeta… Depois, ele disse aos outros soldados: Este é um dos nossos agora”.
Nasrallah disse que quando os rebeldes chegaram à cidade, muitos de seus vizinhos muçulmanos se alegraram, mas nem todos.
Outra moradora de Maalula, a jovem Rasha conta que os jihadistas assassinaram brutalmente seu noivo Atef e outros cristãos da cidade.
“Liguei para o celular e um deles respondeu: Bom dia. Somos do Exército Livre da Síria. Você sabia que seu noivo era um membro que apoiava o regime [do presidente] e por isso tivemos de cortar a garganta dele?”
Enquanto Rasha ainda tentava entender o que estava acontecendo, o homem contou sarcasticamente que Atef foi “convidado” a renunciar sua fé e se converter ao islamismo, mas se recusou. “Jesus não veio para salvá-lo”, finalizou o rebelde. Com informações de Christian Post. 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Como você vê?

Alguns há que tudo enxergam e nada vêem.
Outros, que tudo vêem e nada enxergam.

Trazei o povo cego, que tem olhos...
Isaías 43:8


Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno.
2 Coríntios 4:18



sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Muçulmanos tendo visões de Jesus?


Muçulmanos tendo visões de Jesus?

Evangelistas do Oriente Médio falam sobre sonhos frequentes fazendo novas conversões

Michael Carl
“...os vossos mancebos terão visões, os vossos anciãos terão sonhos”, declara a promessa de Deus no livro de Joel.
No entanto, alguns dos homens que estariam tendo visões e sonhos não são nem judeus nem cristãos, mas muçulmanos.
E mais, evangelistas do Oriente Médio dizem que as pessoas que estão tendo sonhos estão indo para o Cristianismo após terem visões de Jesus.
De acordo com uma reportagem da Christian Broadcasting Network (CBN), o programa de TV “Reflections” do evangelista Hazem Farraj, do Oriente Médio, está alcançando altos níveis de audiência entre os muçulmanos. Farraj disse à CBN que recebe testemunhos de muçulmanos sobre visões e sonhos com Jesus.
Tom Doyle, evangelista, pastor e diretor do ministério e3 para o Oriente Médio e a Ásia Central confirma: “Os muçulmanos estão chegando ao Cristianismo por meio de visões e sonhos”.
“Grandes coisas estão acontecendo no mundo islâmico”, afirma Doyle em um e-mail enviado ao WND. “É tudo muito inesperado”.
O pastor ressalta que conhece o programa de Farraj e que Jesus está avançando onde os missionários não conseguiram.
“Temos visto isso por cerca de 15 anos, onde muçulmanos não são mais muçulmanos, mas seguidores de Jesus”, relata Doyle. “São cristãos, dispostos a morrer por Cristo”.
“E tudo começou com um sonho”, conta. “Eles tiveram sonhos com Jesus, e alguns tiveram muitos deles. Depois de um tempo eles procuravam cristãos, pois os sonhos se tornavam tão intensos que eles queriam uma resposta”.
Doyle explica que a conversão de um muçulmano ao Cristianismo ainda envolve um processo muito difícil, mesmo para os que tiveram sonhos.
“Ninguém vai para cama muçulmano e acorda cristão”, ressalta. “Existem algumas barreiras entre eles e Jesus. Disseram a eles que os cristãos adoram três deuses. Disseram a eles que a Bíblia é corrompida. É o que dizem a eles, algo como uma retórica partidária”.
Mas os sonhos, segundo Doyle, são um ponto de partida.
“Eles são motivados a procurar a Bíblia, procurar um cristão e perguntar o que significa. Noventa e cinco por cento dos muçulmanos que agora seguem Jesus dizem que foram levados ao Cristianismo por alguém que lhes explicou o sonho”, sustenta.
Ele conta que escreveu um livro chamado “Dreams and Visions” (“Sonhos e Visões”), em que registra histórias reais de muçulmanos que agora seguem Cristo, e que o fizeram depois de terem tido sonhos com Jesus. E acrescenta que o fenômeno está acontecendo na Arábia Saudita, no Irã, no Egito, na Síria e na Cisjordânia.
Doyle exemplifica o caso de um muçulmano que estava em um Hajj, a peregrinação a Meca, e teve uma visão de Jesus durante o dia.
“Vi um homem ontem que me disse ter tido um sonho com Jesus e não sabia o que fazer, então mergulhou mais ainda em sua fé islâmica”, conta. “Ele então foi a Meca no Hajj, e na primeira volta em torno da Kaaba, teve uma visão de Jesus à sua frente”.
Segundo Doyle, Jesus lhe disse a seguinte mensagem: “Você está na direção errada; você está no caminho errado. Deixe esse lugar e me siga”.
“Esse homem será batizado nas próximas semanas”, comemora Doyle.
O evangelista acredita que o fenômeno irá continuar, e que as histórias estejam acontecendo em países que, na visão do Ocidente, são lugares ruins e perigosos.
Um ativista e ex-agente da Organização para a Libertação da Palestina convertido ao cristianismo, Walid Shoebat, diz acreditar que Jesus está compensando pela fraqueza da Igreja Ocidental.
“Primeiramente eu duvidei dos inúmeros relatos de muçulmanos se tornando cristãos como resultado de sonhos, até que conheci alguns deles e ouvi seus testemunhos”, conta Shoebat. “Minha conclusão para esse fenômeno é que Cristo vence onde a igreja é derrotada”.
Doyle concorda. Ele acredita que o crédito é do próprio Cristo.
“É uma intervenção divina real. Com certeza”, salienta.
Shoebat, ex-radical islâmico, conta que não se voltou a Cristo por meio de um evento tão dramático, mas por uma jornada pessoal.
“Confesso que Jesus não apareceu para mim em um sonho, mas ele aceitou meu desafio enquanto eu orava para o Deus de Abraão, Isaac e Jacó para me mostrar os problemas da Bíblia”, explica Shoebat. “A Bíblia era corrompida? Essa foi minha pergunta a Deus”.
A curiosidade levou Shoebat a procurar a Escritura.
“Finalmente eu mesmo li a Bíblia com o propósito de apontar furos na teologia cristã, mas a resposta da Palavra de Deus não foi vazia”, relata Shoebat. “Foi como um martelo batendo contra uma bigorna, e eu finalmente quebrei ante um poder que não pode ser explicado por meios humanos”.
“Quando li as inúmeras previsões da Bíblia em que Deus expunha o futuro de Israel, em livros de Jeremias a Joel, e quão complexo e preciso era o texto, tive que voltar à realidade”, lembra Shoebat.
Por fim ele descobriu que não era a Bíblia que era corrompida.
“Aliás, a Bíblia havia sido corrompida, pois o Alcorão era a corrupção. ‘Os corruptores’, incluindo eu próprio, eram os que sempre acusavam a Bíblia de corrupção”, conclui Shoebat.
O ex-muçulmano acredita claramente que a Igreja Ocidental está perdendo uma grande oportunidade de ganhar os muçulmanos para o Cristianismo.
“A janela 10/40 [área que corresponde ao oeste da África, Oriente Médio e Ásia] não está no radar da Igreja Ocidental. Turistas e peregrinos cristãos raramente testemunhavam para nós quando visitavam a Terra Santa, por medo ou respeito ao islã”, relata Shoebat. “Mesmo no Ocidente, houve muitas ocasiões em que provoquei cristãos para falarem suas visões do islã, e na maioria das vezes eles relutavam em dizer o que quer que fosse. Eram facilmente afastados diante de comentários sarcásticos sobre a Trindade e sobre como a Bíblia era supostamente corrompida”.
Shoebat acrescenta que as promessas de Deus a Israel são prova da verdade do Cristianismo.
“Descobri por meio da Bíblia que Deus adora alianças. Fiz uma aliança com Ele para me mostrar a verdade, e eu faria o que quer que ele me mandasse fazer. O volume de provas de tantos versículos não pode ser expresso aqui, mas há uma palavra que concluí da Bíblia que prova sua dimensão”, explica. “Essa palavra é Israel. Ele prometeu trazê-los de volta da descrença, tirar-lhes o coração de pedra e lhes dar um coração de carne. Hoje em dia muitos odeiam Israel, exatamente como previa a Bíblia, mas devemos esperar os planos de Deus que serão executados, e em tempo, Israel, a glória de Deus e Seu testemunho aos gentios irá brilhar e se realizar”.
“O tempo de Deus não é o tempo do homem, e os Seus caminhos não são os nossos. Aprendi por meio da Bíblia a ver as coisas na perspectiva de Deus, e não na nossa”, conclui Shoebat. “O fator principal para mim foi o que o Senhor Jesus Cristo disse: ‘Pelos seus frutos os conhecereis”. O islã trouxe derramamento de sangue, e o Cristianismo trouxe luz”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: VISIONS OF JESUS APPEARING TO MUSLIMS?

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Cinquenta cristãos são queimados vivos na Nigéria

Cinquenta cristãos são queimados vivos na Nigéria
quinta-feira, agosto 29, 2013



Os ataques a cristãos continuam com força total da Nigéria. Relatórios apontam que mais de cem pessoas foram mortas por terroristas armados na semana passada e o grupo extremista islâmico Boko Haram, mais uma vez assumiu a responsabilidade por eles. Enquanto fontes diferentes contabilizam a quantidade de pessoas que perderam a vida na semana passada, uma história divulgada pela Baptist Press chamou atenção.
Cerca de 50 membros da Igreja de Cristo na Nigéria, moradores da aldeia de Maseh, foram queimados vivos depois de se refugiarem na casa de seu pastor, quando fugiam de mais um ataque terrorista. “Cinquenta membros de nossa igreja foram mortos no prédio da igreja, onde tinham ido se refugiar [na casa pastoral]. Eles foram mortos junto com o pastor, sua esposa e seus filhos”, explicou Dachollom Datiri, vice-presidente da denominação Igreja de Cristo na Nigéria.
Lideranças da Igreja confirmaram que mais de cem membros foram mortos em diversas aldeias na Nigéria, incluindo Maseh, Ninchah, Kakkuruk, Kuzen, Negon, Pwabiduk, Kai, Ngyo, Kura Falls, Dogo, Kufang e Ruk.

“A Nigéria está realmente se tornando um novo campo de morte para os cristãos. Centenas de cristãos já foram brutalmente assassinados pelo Boko Haram, incluindo mulheres e crianças”, disse Jerry Dykst, porta-voz do ministério Portas Abertas nos EUA. “O Boko Haram divulgou, no início desta semana, uma ameaça de que todos os cristãos devem se converter ao Islã ou eles nunca terão paz novamente. Seu objetivo é fazer toda a Nigéria um país governado e dominado pela lei sharia”, concluiu.

Innocent Chukwuma, consultor de justiça criminal da Nigéria, vai além. “Eu não acho que o Boko Haram poderia invadir essas aldeias sozinho. Eles precisam do apoio e da colaboração dos moradores locais”, disse.

O pastor Ayo Oritsejafor, presidente da Associação Cristã da Nigéria, fez um apelo, afirmando que o Boko Haram é uma organização terrorista e pedindo que a comunidade internacional lute contra ela como faz com a Al Qaeda. “Há certos extremistas muçulmanos que acreditam que a Nigéria deve ser uma nação islâmica e o Boko Haram é o principal órgão desse grupo de pessoas… O país sempre teve uma população muito bem dividida entre as duas grandes religiões [cristianismo e islamismo ], então não é possível simplesmente islamizar a Nigéria”, acrescentou o pastor.

Queridos irmãos, neste exato momento, diante de nossa insignificante comodidade e liberdade cristã mal aproveitada, oremos pelos cristãos perseguidos na Nigéria.

(Gospel Prime, via Jornal Pequeno)

Lei da Palmada: os filhos poderão decidir sobre tudo, sem ingerência dos pais ou responsáveis

Lei da Palmada: os filhos poderão decidir sobre tudo, sem ingerência dos pais ou responsáveis

30 Aug 2013 06:32 AM PDT

Entrevista com Paulo Fernando, membro da comissão de bioética da arquidiocese de Brasília e assessor parlamentar na câmara dos deputados

(Zenit.org) Thácio Lincon Soares de Siqueira
Um assunto que toca diretamente os pais e mães do Brasil, e que, de certa forma invade sem pedir licença, todos os lares desse país é o projeto de lei batizado pela imprensa nacional como “Lei da Palmada”, o PL 7672/2010 que visa “proibir o uso de qualquer castigo físico ou ato considerado cruel, degradante ou humilhante na educação de crianças e adolescentes”.
“Obviamente, ninguém em sã consciência defende o espancamento de crianças e adolescentes”, disse em entrevista a ZENIT o dr. Paulo Fernando, porém, mais uma vez um PL aparece com conceitos pouco claros, como “constrangimento e humilhação” que são “bem subjetivos”, além do que “os maus tratos, lesão corporal, tortura já tem previsão no ordenamento jurídico brasileiro”, explicou Paulo Fernando.
“Afora o fato de que o projeto diz respeito à disciplina do exercício do pátrio poder, indiscutivelmente inserto no âmbito da intimidade da vida privada da família”, explicou o assessor parlamentar, afirmou também que isso mostra “um profundo caráter ideológico da intervenção do Estado nos assuntos privados e que só dizem respeito ao seio da família” e a instituição de uma “educação "sem rédeas ou freio", onde os filhos poderão decidir sobre tudo, sem ingerência dos pais ou responsáveis.”
Em conversa com ZENIT, Paulo Fernando de Melo, pai de 5 filhos, membro da comissão de bioética da arquidiocese de Brasília e assessor parlamentar na câmara dos deputados aborda esse tema na entrevista abaixo:.
ZENIT: Dr. Paulo Fernando, o senhor esteve ontem numa mesa redonda no programa Diário Brasil, da TV Genesis, discutindo o projeto de lei da Palmada. Que lei é essa? Qual é o histórico dessa proposição?
Paulo Fernando: A Lei da Palmada é o nome dado ao PL 7672/2010, de autoria do presidente Luís Inácio, que “altera a Lei n. 8.069, de 13 de junho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente para estabelecer o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante".
A matéria já havia sido tratada em 2003, com o PL 2654/2003 da Deputada Maria do Rosário (PT/RS), atual Ministra dos Direitos Humanos e está aguardando a apreciação de 2 recursos contra o poder conclusivo em plenário desde 2006.
O PL 7672/2010 visa proibir o uso de qualquer castigo físico ou ato considerado cruel, degradante ou humilhante na educação de crianças e adolescentes.
O conceito de constrangimento e humilhação é bem subjetivo, além do que os maus tratos, lesão corporal, tortura já tem previsão no ordenamento jurídico brasileiro.
O PL 7672/2010 foi aprovado por uma Comissão Especial com a relatoria da Deputada Teresa Surita.Foram apresentados 6 recursos ao plenário contra o poder conclusivo das comissões.Estranhamente os deputados retiraram as suas assinaturas por uma forte pressão de uma famosa apresentadora de TV.
O deputado Marcos Rogério PDT/RO impetrou um mandado de segurança no STF com pedido de liminar asseverando que o despacho da Mesa da Câmara, determinando o poder conclusivo, contrariou os arts. 24, II, “e” do Regimento Interno da Câmara dos Deputados e art. 68, §1º, II, Constituição Federal, pois dispõe sobre matéria que não é objeto de delegação legislativa.
A proposição, ao tratar em seu art. 17-A, do direito da criança de ser educada, cuidada, tratada ou vigiada sem uso de castigo corporal ou tratamento cruel ou degradante, discute matéria que se insere no âmbito normativo do inciso III, do art. 5º da Constituição Federal, rol inequívoco de direitos individuais. Afora o fato de que o projeto diz respeito à disciplina do exercício do pátrio poder, indiscutivelmente inserto no âmbito da intimidade da vida privada da família, também arrolada como direito individual no inciso X do mesmo dispositivo constitucional.
O relator da matéria no STF é o Ministro Luis Fux que pediu informações à Câmara dos Deputados e ao Procurador-Geral da República.
ZENIT: O povo brasileiro foi consultado sobre esse projeto?
Paulo Fernando: Em enquete realizada pelo site da Câmara dos Deputados 94 % dos internautas manifestam-se contrários à proposição e a maioria dos parlamentares também são contra o projeto.
ZENIT: Na prática, os pais serão constrangidos em quais pontos?
Paulo Fernando: Cria-se uma central de denúncias contra os pais ,principalmente nas famílias com muitos filhos e atingirá também os educadores, pois se quebra o respeito ao poder familiar, a hierarquia e enfraquece a disciplina e a obediência. Obviamente, ninguém em sã consciência defende o espancamento de crianças e adolescentes, mas muitas vezes uma reprimenda leve e educativa pode ser utilizada como o último recurso, afinal uma palmadinha explicada não dói.
ZENIT: O que pode estar por detrás desse projeto de lei?
Paulo Fernando: O PL é revestido de um profundo caráter ideológico da intervenção do Estado nos assuntos privados e que só dizem respeito ao seio da família. Uma das principais caraterísticas de um Estado autoritário socializante é intervir nos assuntos privados do cidadão de bem. Instituir uma educação "sem rédeas ou freio", onde os filhos poderão decidir sobre tudo, sem ingerência dos pais ou responsáveis.
ZENIT: Sobre a lei da Palmada, o que os eleitores podem fazer para barrar essa lei?
Paulo Fernando: Informar-se do texto e de suas consequências, cobrar dos deputados da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados a não apreciação da matéria e, se por acaso for para o Senado Federal, rogar aos senhores senadores a rejeição na íntegra da proposição.
Para maiores informações: 
Fonte: Zenit
Divulgação: www.juliosevero.com

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Se Ele falou, eu confio!


Se Ele falou, eu confio!


Joubert de O. Sobº - Devocional CRE de 07/08/13

Jó, de G. Doré
Quando as coisas não vão bem temos a tendência de justificar nossa situação colocando a culpa no destino, na má sorte, nas circunstâncias, em nós mesmos ou em outra pessoa. Alguns diretamente culpam a Deus por suas dores, tristezas e tragédias. Consideram-se traídos, decepcionados, frustrados, pois esperavam ser atendidos, poupados da dor e protegidos, mas agora sofrem solitários e abandonados.

Estas considerações, embora comuns, podem, na verdade, ser um grande engano ou a manifestação de uma grande injustiça, devido à nossa limitada visão e falta de compreensão do momento em que vivemos. Embora nossa conclusão seja esta, pode ser que, no mundo espiritual, esteja acontecendo algo totalmente oposto.

Esta foi a experiência de Jó. Lendo sua história, vemos que Deus admirava sua retidão e fidelidade a ponto de manifestá-la ao próprio Satanás. Deus, sem avisar a Jó, o escalou para uma batalha espiritual das mais trágicas, pesadas e renhidas, que lhe custaria saúde, bens e a vida dos filhos. Vale dizer que o fato de Deus não avisar a Jó das razões do que aconteceria em sua vida seria algo parecido com um professor que, sabendo as respostas da prova, não as revela aos alunos por justiça, de acordo com a lei vigente.

Jó, sem saber a razão das profundas dores que sofria, também concluiu que Deus o havia condenado por alguma razão. Desesperado por saber porque, clamava a Deus: 

Não me condenes; faze-me saber por que contendes comigo. Jó 10:2. 

Sabemos que Deus não o estava condenando e nem o tratando como um inimigo. Deus não estava brigando com Jó. Embora em silêncio por algum tempo, Deus nunca o havia abandonado nem desprezado.

Ao contrário, Deus o havia convocado para uma guerra em que venceria simplesmente confiando e mantendo a fé que sempre teve. Deus não era seu inimigo. Pelo contrário. Deus confiava tanto em Jó que colocou na mão dele a sua própria reputação, como disse Yancey. Sem saber, mantendo-se fiel, recusando-se a blasfemar e insistindo em esperar em Deus, Jó estava destruindo a Satanás nos lugares celestiais à favor de Deus e do seu plano, concordando com Deus, dando razão a Deus!

Lembre-se que, antes de Jesus, Satanás tinha total acesso, governo e direito legal sobre as vidas dos homens, escravizando-os, por causa do pecado. Além disso, Jó não possuía a revelação das Escrituras, nem a manifestação e habitação do Espírito em si, nem o amparo da família, nem o bom senso dos amigos que o molestavam, enfadavam e acusavam ao invés de consolá-lo. E, pior, sem um aviso antecipado de Deus que muito poderia ajudá-lo. 

Enfim, um frágil homem na terra, que decidiu ser fiel a Deus, destituiu Satanás nos lugares celestiais, deu-lhe uma das maiores e mais vergonhosas “surras” já sofridas, antecipando a derrota definitiva que sofreria sob a mão de Jesus. Depois, Deus apareceu para Jó, conversou com ele, o restaurou e Jó ficou satisfeito, mesmo sem nunca saber em vida, porque sofreu tudo aquilo. Ele foi campeão sem saber.

Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei. E assim com confiança ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei o que me possa fazer o homem. Hebreus 13:5-6

Deus promete nunca nos deixar nem nos desamparar. Por que ele prometeu e não é homem para mentir, podemos ousadamente confiar de que ele está sempre conosco e não nos abandonará. Isto é crer em sua Palavra, isto é o significado de fé: crer no que ele nos diz.

Nick Vujicic, sem braços e pernas, anuncia sua fé em Jesus 
O Pr. Moody ilustra este fato ao contar-nos a história do jovem que, prestes a casar-se com sua noiva, foi convocado para a guerra. Durante uma movimentação de tropas, um acidente ocorreu onde o rapaz acabou perdendo os dois braços. No hospital, entendendo que seu futuro estaria arruinado, considerou que o mais certo a fazer seria dispensar a noiva que tanto amava do relacionamento, liberando-a para se casar com outro que pudesse tratar melhor dela e lhe dar uma vida mais digna. Ditou tudo isto numa carta e pediu que a enviassem para a noiva. Considerou que essa era a atitude mais justa. Enquanto ficou internado não recebeu nenhuma resposta.

Após sair do hospital, voltou para sua cidade. Ao descer do trem na estação lá estava sua noiva aguardando para recebê-lo. Ela correu para o abraçar com alegria e ternura e, antes que ele lhe dissesse algo, declarou: Eu
 nunca desistirei de você; jamais o abandonarei; eu cuidarei
 sempre de você!

Seria o amor de Deus por você menor que o daquela noiva? Certamente que não! Ele é amor! Você já permitiu que Jesus governasse sua vida? Você reconheceu e se arrependeu de seus pecados e recebeu a Jesus como seu Senhor e Salvador? Então, ainda que digam, pareça ou até sinta que Deus o condenou, se tornou seu inimigo e o desamparou, não creia. Seja ousado(a)! Mantenha-se fiel e confie que Deus está com você e nunca vai lhe abandonar.




quinta-feira, 22 de agosto de 2013

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Luto no Brasil: Dilma sanciona lei de aborto

Luto no Brasil: Dilma sanciona lei de aborto

02 Aug 2013 06:56 AM PDT

Julio Severo
A presidente Dilma Rousseff acabou de sancionar uma lei que protege vítimas de violência sexual. A lei foi aprovada sorrateiramente no Congresso Nacional recentemente. Não há problema em leis protegendo tais vítimas. Mas, de acordo com essa lei, qualquer mulher pode obter um aborto alegando violência, e não há nenhuma necessidade de evidência médica e legal.
Dilma Rousseff
O anúncio hoje (1 de agosto de 2013) da sanção presidencial foi feito pela ministra Eleonora Menicucci, que explicou que as mulheres brasileiras sofrem um estupro a cada 12 segundos e que a nova lei, PLC 03/2013, será uma solução para a difícil situação delas.
Mas a nova lei ajuda mais o aborto do que as vítimas de violência sexual.
Tanto Rousseff quanto Menicucci foram ativistas do aborto por vários anos. Ambas eram membros de um violento grupo revolucionário comunista nas décadas de 1960 e 1970. Ambas foram presas na mesma instituição militar por terrorismo.
Eleonora Menicucci
Após a liberação delas, eles começaram a fazer campanhas pelo aborto. Menicucci se gabou de que fez dois abortos, ainda que seja contra a lei no Brasil. Ela disse que foi treinada a realizar abortos na Colômbia em 1995.
A nova lei de aborto não solucionará a crise de estupros em massa no Brasil. A impunidade está desenfreada na sociedade brasileira. Os assassinos e os estupradores ficam impunes. Mas as pró-aborto Rousseff e Menicucci asseguraram que os bebês em gestação não ficarão impunes.
A nova lei tem um jeito amplo de definir “violência sexual.” De acordo com a Dra. Damares Alves, assessora pró-vida no Congresso Nacional, a lei diz que “violência sexual é qualquer relação sexual não consentida” em seu artigo 2. A Dra. Damares disse que se uma esposa for a um hospital e disser que engravidou do marido por sexo não consensual, ela está qualificada para a condição de vítima de violência sexual.
Em sua entrevista para Julio Severo, a Dra. Damares disse que hospitais particulares, católicos e protestantes estarão sob obrigação de se submeter à nova lei e oferecer abortos para mulheres que afirmarem terem engravidado, mediante sexo não consensual, de seus maridos, amantes, namorados, etc.
Antes de sua eleição para a presidência do Brasil em 2010, Dilma havia assinado um termo de compromisso com os líderes evangélicos de não aprovar leis de aborto. Ela não manteve sua palavra socialista.
Até a recente visita do papa e vários líderes evangélicos a Dilma não foi o suficiente para fazê-la mudar de ideia, ainda que eles nunca tivessem mencionado aborto e matança de crianças para ela.
A nova lei é um truque malicioso para abortistas, socialistas, feministas e mulheres sob o feitiço deles. É mais uma mentira para encobrir a violência generalizada no Brasil. Ao número enorme de assassinatos e estupros, o Brasil terá agora matanças de bebês.
O derramamento de sangue era uma marca importante no grupo revolucionário onde Rousseff e Menicucci eram membros. O derramamento de sangue é agora sua marca política.
Algumas pessoas dizem que os socialistas não comem crianças. Você realmente acredita que as leis malignas deles não fazem isso?